A luz que entrava pela janela não incomodava, pelo contrário, enchia o ar de um mistério embriagante. Percebiam apenas as siluetas, o molde das coisas, dos corpos, do outro.
Ao toque dos lábios os olhos quase se abriam, a mão por entre os cabelos fazia com que um leve arrepio percorresse o corpo. Não era dia, nem era noite, era um instante, “o” instante. O mundo, por assim dizer, se afastava. Os corpos se tocavam o que trazia a uma das mentes uma sensação de queda livre, enquanto ao outro só fazia pensar em coisas sem sentido, ou com todos eles.
Adormeceram.
O sono parece acalentar aqueles espíritos, não a nada a pensar, eles por algum motivo se bastavam, naquele instante, era o suficiente.
INSTANTE. INS-TAN-TE. O INSTANTE. NOSSO INSTANTE
Ai Plateominto…
bacana esse conto também! Curti…
abraço
esse é um dos que eu mais gosto!
SEMPRE ACHO ERROS DE PORTUGUÊS DEPOIS URGHHH
Muito bem escrito ^.^