Instante

A luz que entrava pela janela não incomodava, pelo contrário, enchia o ar de um mistério embriagante. Percebiam apenas as siluetas, o molde das coisas, dos corpos, do outro.

Ao toque dos lábios os olhos quase se abriam, a mão por entre os cabelos fazia com que um leve arrepio percorresse o corpo. Não era dia, nem era noite, era um instante, “o” instante. O mundo, por assim dizer, se afastava. Os corpos se tocavam o que trazia a uma das mentes uma sensação de queda livre, enquanto ao outro só fazia pensar em coisas sem sentido, ou com todos eles.

Adormeceram.

O sono parece acalentar aqueles espíritos, não a nada a pensar, eles por algum motivo se bastavam, naquele instante, era o suficiente.

INSTANTE. INS-TAN-TE. O INSTANTE. NOSSO INSTANTE

4 respostas para Instante

  1. Ai Plateominto…
    bacana esse conto também! Curti…
    abraço

  2. esse é um dos que eu mais gosto!

  3. SEMPRE ACHO ERROS DE PORTUGUÊS DEPOIS URGHHH

  4. Muito bem escrito ^.^

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s